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Agentes de IA e MCP: como o Campaign OS roda no Claude Code

O que são agentes, skills e slash commands, e como o MCP conecta Higgsfield, Meta Ads e Google Drive ao Claude Code para produzir campanhas inteiras pelo terminal.

Por Mallo··2 min de leitura

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O Campaign OS é uma agência criativa que cabe em um repositório e roda inteiramente no Claude Code, pelo terminal. Três peças fazem isso funcionar: agentes (especialistas), skills (conhecimento reutilizável) e slash commands (gatilhos do fluxo). O MCP é o que conecta tudo isso a ferramentas externas. Veja como cada peça se encaixa.

O que é um agente

Um agente é um system prompt versionado em agents/, com um papel claro. O Campaign OS tem 7:

  • showrunner — narrativa e story bible
  • dp — director of photography, escreve os prompts de vídeo
  • motion — edição e adaptação por canal (HyperFrames)
  • cgi — 3D e product viz
  • art-director — sistema visual (KV, tipografia, cor)
  • channel-strategist — Hero/Hub/Help/Hygiene e cadência
  • analyst — Meta Ads, atribuição e retro

Os agentes não rodam todos de uma vez: são carregados sob demanda pelos slash commands que os invocam, mantendo o contexto enxuto.

O que é MCP

MCP (Model Context Protocol) é o padrão aberto que dá ao Claude Code acesso a ferramentas externas de forma estruturada. Em vez de copiar e colar entre apps, o modelo chama a ferramenta diretamente. No Campaign OS, três servidores MCP estão ligados:

{
  "higgsfield": "geração de vídeo (Seedance) e keyframes (Soul)",
  "meta-ads":   "publicação, métricas e atribuição",
  "google-drive": "asset library e entrega ao cliente"
}

Isso significa que o agente dp gera um vídeo, o analyst lê a performance no Meta Ads e o resultado é arquivado no Drive — sem sair do terminal.

Slash commands: o fluxo do sprint

Os comandos orquestram o sprint de 1 semana. Cada um invoca os agentes certos:

ComandoO que faz
/sprint-startinicia o sprint e o plano de canais
/briefstory bible (showrunner)
/shot-listprompts de vídeo (dp)
/generaterenderiza os beats
/adaptvariantes por canal (motion)
/measurelê performance (analyst)
/retroversiona os prompts para a próxima rodada

Por que isso importa

A automação de agência com IA costuma virar uma colcha de retalhos de ferramentas soltas. O ganho do Campaign OS é rastreabilidade e versionamento: o kernel (CLAUDE.md) carrega o sistema automaticamente, cada prompt é versionado em prompts/{agent}/v{n}.md, e a retro do D7 forka a próxima versão a partir do que performou.

O resultado não é "usar IA na campanha". É ter a campanha inteira — narrativa, render, adaptação e medição — como um sistema reproduzível.

Rode você mesmo

Clone o repositório, instale o Claude Code, preencha suas API keys. O kernel carrega os agentes e o MCP automaticamente.

Abrir o Campaign OS